Meu Perfil
BRASIL, Centro-Oeste, CAMPO GRANDE, Homem, de 56 a 65 anos



Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Selo UBE" target="_blank">Blogueiros Evangélicos
 Notícias Cristãs
 Vivendo em Cristo
 A Espada do Espírito
 Tabernaculonet
 Monergismo


 
Palavra Viva e Verdadeira


Aviso.

                                                                                       AVISO. 

   Mais uma vez viajamos para São Paulo onde temos compromissos pessoais e consulta/exame no Instituto do Coração. Até a volta dizemos: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios. É ele que perdoa todas as tuas iniqüidades e sara todas as tuas enfermidades; quem redime a tua vida da perdição e te coroa de benignidade e de misericórdia”. Amém!

   Sola Gratia! Soli Deo Gloria!



Escrito por Pr. Gilberto Mynssen Ferreira às 00h03
[] [envie esta mensagem] [ ]



Nós Esperávamos.

                                                  NÓS ESPERÁVAMOS.

                                                  Lucas 24. 21

 

   Eu sempre lamentei que naquela caminhada a Emaús os discípulos não tenham dito ao Senhor: “Nós ainda esperamos”, em vez de “Nós esperávamos”. É triste isso – alguma coisa que acabou.

   Se apenas tivessem dito: “Tudo está contra as nossas esperanças; parece que a nossa confiança foi em vão, mas não desistimos; cremos que O veremos outra vez”. Mas não, eles caminharam ao Seu lado, declarando que haviam perdido a fé, e Ele teve que dizer-lhes: “Ó néscios e tardos de coração para crer!”.

   Não estaremos no mesmo perigo de ouvir estas coisas ditas a nosso respeito? Tudo mais podemos perder, desde que não percamos a nossa fé no Deus de verdade e amor.

   Nunca ponhamos a nossa fé no passado, como estes discípulos: “Nós esperávamos”, mas digamos sempre: “Eu estou esperando”.

   Eu sou como os dois homens de Emaús:

   De coração tardio para crer.

   Senhor ajuda-me a incredulidade!

   Sei que és fiel, e tenho, na verdade,

   Provado Teu cuidado e Teu poder;

   Mas se me vejo em nova situação,

   Percebo ainda tremer meu coração...

   Eu Te conheço, e sei que deveria

   Agir, Senhor, com bem mais ousadia!

   Quero glorificar-Te em meu viver:

   Aumenta a minha fé, Senhor Jesus.

 

   (Livro Manancial no Deserto – Lettie Cowman; Ed. Betânia, 1976; pág.     66).

   Sola Gratia! Soli Deo Gloria!



Escrito por Pr. Gilberto Mynssen Ferreira às 00h01
[] [envie esta mensagem] [ ]



Reminiscência.

   Quando criança, ouvi muitas vezes meu pai cantar um hino que, em linhas gerais, dizia: “A vida tem tristezas mil, nem tudo é um céu de anil, mas contra a dor que é tão sutil, há um caminho só. Confia em Deus que Ele sempre te ouvirá; Confia em Deus que Ele nunca falhará; Confia em Deus que a negra nuvem passará; Oh! Não duvides, mas confia em Deus. Se tua fé provada for, se te esqueceres do Senhor, necessitando um Salvador, há um caminho só”.

   Hoje deduzo que este cântico era a forma com a qual meu pai, ao mesmo tempo em que acalmava o coração, colocava a dificuldade sob o controle do Senhor, honrando-o, na certeza de que a ação do Pai se faria por amor a Si mesmo, no tempo oportuno, através do discernimento que lhe mostraria o caminho certo a ser optado (Hebreus 4: 14 – 16).

   Meu pai foi recolhido ao tabernáculo eterno há vinte e quatro anos, mas o seu exemplo ainda fala: uma fé viva, coerente, consistente, objetiva e equilibrada continua a falar ao meu coração; agora mais sereno por causa dos embates da vida e das experiências com o Deus vivo.

   Meu pai não usufruiu de uma vida fácil, conheceu muitas dificuldades; uma vez o vi chorar. Entretanto muito mais a cantar, em vez de chorar; louvar em vez de lastimar; orar em vez de racionalizar.

   Caminho para a chamada quarta idade. Cada vez me conscientizo mais que depender de Deus é a única atitude coerente que podemos ter para viabilizar um cristianismo autêntico, a exemplo de Davi que teve o privilégio de deixar registrado, nas páginas da Bíblia, a sua experiência:

   Salmo 5: 2 – 3: Atende à voz do meu clamor, Rei meu e Deus meu, pois é a ti que oro. Pela manhã ouves a minha voz, ó Senhor; pela manhã te apresento a minha oração, e vigio.

   Salmo 6: 2 – 4; 9: Tem compaixão de mim, Senhor, porque sou fraco; sara-me, Senhor, porque os meus ossos estão perturbados. Também a minha alma está muito perturbada; mas tu, Senhor, livra a minha alma; salva-me por misericórdia. O Senhor já ouviu a minha súplica, o Senhor aceita a minha oração.

   Salmo 9: 10: Em ti confiam os que conhecem o teu nome; porque tu, Senhor, não abandonas aqueles que te buscam.

   Salmo 13: 1 – 2, 5, 6: Até quando, ó Senhor, te esqueceras de mim? Para sempre? Até quando esconderás de mim o teu rosto? Até quando encherei de cuidados a minha alma, tendo tristeza no meu coração cada dia? Mas eu confio na tua benignidade; o meu coração se regozija na tua salvação. Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito muito bem.

   Salmo 18: 19: Trouxe-me para um lugar espaçoso; livrou-me, porque tinha prazer em mim.

   A fé não proporciona respostas fáceis ante as intempéries da vida. Colhemos o que semeamos. Mas o Senhor, em Sua graça e misericórdia, alivia as tribulações e liberta das angústias. Pede apenas que Sua voz seja ouvida e obedecida para que não se diga: “Não é, porventura, por não estar o meu Deus comigo, que me sobrevieram estes males?” (Deuteronômio 31: 17b).

   Na era pós-moderna não nos esqueçamos: “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas” (Provérbios 3: 5 – 6). Amém!

   Sola Gratia! Soli Deo Gloria!



Escrito por Pr. Gilberto Mynssen Ferreira às 00h02
[] [envie esta mensagem] [ ]



Saindo Do Cativeiro.

                                                                                     SAINDO DO CATIVEIRO. 
   Ao indicarmos a leitura do livro Saindo do Cativeiro, do Pr. Alcione Emerich, pela Danprewan Editora, em sua quinta edição, esperamos que a comunidade evangélica estude  seu conteúdo visando a  saúde do Corpo de Cristo, tendo em vista que a realidade existencial de muitos salvos pela Graça do Senhor Jesus, não condiz com a vida liberta proclamada pelo Mestre e pelos autores do Novo Testamento.
   Tomamos a liberdade de citar o prefácio assinado pelo Pr. Dr. Russell Shedd.
   "O pastor Alcione Emerich lança mais uma obra de peso para orientar pastores, conselheiros e todos os que enfrentam dúvidas e frustração no aconselhamento. O título deste livro revela o propósito do autor. Creio que ele conseguiu apresentar evidência bíblica e experimental convincente para a maioria dos evangélicos do Brasil.
   "Todos os livros contêm partes mais convincentes do que outras. O leitor tradicional deste volume sentirá mais segurança ao perceber que o autor está afirmando verdades bíblicas que, desde a conversão, não apresentaram motivos para duvidar. O Pr. Alcione concorda com a doutrina fundamental da justificação pela fé sem obras que acrescentam qualquer mérito para a salvação. Os reformadores ensinaram isto também. Ele concorda plenamente que a santificação é um processo que junta a atuação do Espírito Santo à busca e esforço do crente. A posição evangélica dos últimos 500 anos concorda com esta perspectiva também.
   "Quando, por outro lado, o pastor Alcione escreve sobre a permanência de algemas satânicas no coração dos salvos, alguns leitores levantarão uma bandeira vermelha. Sempre acreditaram que a regeneração significa um rompimento definitivo com todo e qualquer direito satânico sobre a vida da nova criatura em Cristo (2 Co 5.17). Por outro lado, Paulo mesmo expõe, em Romanos 7, sua luta com o poder do pecado que atua como um emissário de Satanás (v. 17). Crentes podem se escravizar ao pecado de acordo com Romanos 6.16, mesmo que Paulo declare que deveriam ser escravos da justiça (vv. 14,22).
   "A importância deste estudo se encontra, na minha opinião, na maneira cuidadosa, recheada de ilustrações, como o autor mostra que muitos cristãos confessos ainda têm vínculos com o domínio satânico em suas vidas. Pelo poder da oração e renúncia, abre-se uma porta para a libertação genuína e definitiva. O autor assegura a todos que há esperança para os que buscam pela oração eficaz a libertação.
   "Antes de tentar refutar esta posição, devemos lembrar os casos de neófitos e cristãos de longos anos que, ao abraçar o evangelho e crer no Senhor para a eterna salvação, continuam dominados por vícios, tais como: alcoolismo, fumo, tóxico e outros pecados secretos, incluindo a fornicação, a lascívia, a pornografia, a avareza, a vingança e a falta de perdão. Mencionamos aqui apenas uns poucos pecados entre muitos. O vínculo entre os poderes espirituais satânicos e este pecado parece ser real.
   "O que há de novo neste livro não é a afirmação de que crentes podem ser aprisionados por hábitos e vícios, mas a explicação de que as renúncias dos vínculos com o passado religioso (exemplo, rituais do catolicismo) são necessárias para conseguir a libertação. Há, segundo o autor, vínculos criados por alianças pré-cristãs (veja as páginas 55 – 127), que não são anulados pela entrega da vida genuinamente ao Senhor Jesus Cristo. Estes vínculos se manifestam física e espiritualmente. Quem se familiariza com esses casos descritos nestas páginas, terá, provavelmente, que lutar com dúvidas e questionamentos.
   "A apresentação das bases bíblicas convencerá alguns, especialmente os que passaram pelas práticas de libertação descritas nestas páginas e alcançaram a vitória. Os que nunca experimentaram o alívio, a paz e a melhoria espiritual que este tipo de oração proporciona, provavelmente, se manterão céticos.
   "A vida cristã deve ser orientada pela Palavra de Deus. Experiências positivas que desfazem quaisquer algemas do diabo convencem os que passaram por elas ou as observaram sendo anuladas. Estranhamente, logo antes da prisão de Jesus, o diabo pediu o direito de peneirar os discípulos, mas o Senhor orou por Pedro, acrescentando: "para que sua fé não desfaleça, e, quando você se arrepender, fortalece os seus irmãos" (Lc 22.31,32 NVI). Evidentemente, esta experiência de libertação não comprova todas as afirmações do autor, mas mostra que discípulos de Jesus podem ser vítimas de ataques terríveis do inimigo. Por meio da intercessão do Senhor, é possível alcançar restauração total, inclusive do juramento que Pedro pronunciou negando que conhecia Jesus (Mc 14.71).
   "Creio que a leitura deste livro fará muito bem aos que se aproximam das posições do autor com mente aberta. Para os que pensam ao contrário, a palavra de Paulo aos Filipenses se aplicará bem: "... se em algum aspecto vocês pensam de modo diferente, isso também Deus lhes esclarecerá" (3.15 NVI). Não creio que este livro deve suscitar polêmicas e muito menos divisões no Corpo de Cristo.
   "A Deus toda a glória!"

Escrito por Pr. Gilberto Mynssen Ferreira às 00h02
[] [envie esta mensagem] [ ]



Felizes Os Pobres.

Como conseqüência da desobediência dos nossos primeiros pais a Bíblia diz que o pecado é universal. “Pois não há homem que não peque” (I Reis 8: 46); “Se dissermos que não temos pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós” (I João 1: 10); “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3: 23).

                                                Se deixarmos de obedecer a um dos mandamentos de Deus somos pecadores. A Bíblia diz que precisamos confessar os nossos pecados e pedir perdão a Deus (I João 1: 9). A entrega da vida a Jesus não nos torna pessoas perfeitas; precisamos praticar os ensinos de Jesus para sermos transformados e termos um novo caráter. De um modo geral, as bem-aventuranças mostram como procede a um discípulo de Jesus e qual a origem e a realidade da sua felicidade.

                                                A felicidade proposta por Jesus está relacionada à comunhão pessoal com Deus. Bem-aventurados, tradução da palavra grega makarioi, descreve o estado de felicidade daquele que entregou sua vida a Jesus e depende dele, através da prática dos seus ensinos, para viver o seu cotidiano.

                                                O que quis dizer Jesus quando afirmou que felizes são os pobres?

                                                A primeira bem-aventurança diz respeito aos pobres; talvez porque os judeus entendessem a riqueza como favor de Deus e a pobreza como sinal do juízo divino. Mas para que não houvesse má interpretação Jesus acrescentou o de espírito – “Bem-aventurados os pobres de espírito”.

                                                A pobreza e a miséria, a riqueza e a fartura, por si só não proporcionam benção espiritual. Jesus fala que o pobre de espírito é aquela pessoa que tem consciência da sua realidade espiritual, das suas limitações e dificuldades em servir a Deus. (ver Romanos 7: 18 – 20, 24).

                                                Em Apocalipse 3: 17 encontramos o relato de uma igreja auto-satisfeita e espiritualmente superficial, conseqüência da realidade espiritual dos seus membros, que ao invés de serem pobres de espírito, julgavam-se espiritualmente ricos e orgulhavam-se disso. O cristão pobre de espírito está biblicamente convencido da sua própria falência espiritual diante de Deus; nada tendo a oferecer e a reivindicar a Deus a não ser reconhecer a influência do pecado em sua vida e a necessidade que possui da misericórdia divina para crescer em comunhão e afastar-se da influência do pecado.

                                                O cristão pobre de espírito crê e vive na dependência da misericórdia do Pai, sabendo que Jesus substituiu-o na cruz e morreu em seu lugar para satisfazer a justiça de Deus – “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (II Coríntios 5: 21); que Jesus, na cruz, recebeu sobre si todos os pecados que ele haveria de cometer nesta vida – “O próprio Cristo levou os nossos pecados no seu corpo sobre a cruz a fim de que morrêssemos para o pecado e vivêssemos para a justiça” (I Pedro 2: 24); que já se uniu a Ele em sua morte – “De modo nenhum! Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?” (Romanos 6: 2); que a salvação da alma é um presente de Deus, pois não somos merecedores - “pois todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus” (Romanos 3: 23); que Jesus é a garantia, através da sua ressurreição, de que os salvos não perderão a salvação, o presente de Deus – “Eu lhes dou a vida eterna, e por isso elas nunca morrerão. Ninguém pode arrancá-las da minha mão” (João 10: 28); que Jesus perdoa, no dia-a-dia, os pecados cometidos, por meio do arrependimento verdadeiro e confissão a Deus do pecado praticado – “Se dissermos que não temos pecados, enganamos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Mas, se confessarmos os nossos pecados a Deus, ele cumprirá a sua promessa e fará o que é justo: perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda maldade” (I João 1: 8 – 9); que deve orar diariamente: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho perverso, e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139: 23 – 24); que está vivendo em um mundo altamente influenciado pela presença do pecado e sabe que o pecado, particularmente, o assedia através de modos os mais diversos, e somente a comunhão com Deus pode afastá-lo de praticar o que desagrada a Deus – “Guardo a tua palavra no coração para não pecar contra ti” (Salmo 119: 11); que como cidadão do Reino, Deus quer influenciar o seu cotidiano para abençoá-lo e fazê-lo feliz – “Eu sou o Eterno, o seu Deus. Eu os ensino para o seu próprio bem e os guio no caminho que devem seguir. Ah, se vocês tivessem obedecido aos meus mandamentos! A sua prosperidade iria aumentando como se fosse uma enchente, e as suas vitórias teriam sido constantes, tão constantes como as ondas do mar” (Isaías 48: 17 – 18).

                                                Que Deus nos dê profunda consciência da nossa pobreza espiritual para que experimentemos a realidade da salvação da nossa alma e sejamos felizes. A comunhão e o conhecimento da vontade de Deus nos ajudam a ser alvos da bondade e da paciência divinas. Vivamos como pobres de espírito e conheceremos a verdadeira felicidade. “Felizes os que sabem que são espiritualmente pobres, pois o reino do céu é deles”. Amém!

 Sola Gratia! Soli Deo Gloria!



Escrito por Pr. Gilberto Mynssen Ferreira às 01h11
[] [envie esta mensagem] [ ]



Em Tempo De Aflição (4).

Em terceiro lugar, aprendamos que em tempo de aflição, Deus lembra-se de nós – “Depois, levantando-se de madrugada, adoraram perante o Senhor e, voltando, foram a sua casa em Ramá. Elcana conheceu a Ana, sua mulher, e o Senhor se lembrou dela”.

“De modo que Ana concebeu e, no tempo devido, teve um filho, ao qual chamou Samuel; porque, dizia ela, o tenho pedido ao Senhor”. Ana, ao ter relações com seu marido Elcana, ficou grávida, porque Deus lembrou-se dela, por causa da fé que ela depositou Nele.

Ana reconhece que Samuel foi dado por Deus e a Deus pertence. Cumpre o seu voto, e no tempo devido, devolve-o, literalmente, a Deus, colocando-o sob os cuidados do Sumo Sacerdote Eli, para que o preparasse para o serviço de Deus. Esta mulher nos dá uma valiosa lição: não há nada nesta vida que impeça a nossa dependência a Deus. Nosso Pai diz: “Quem há entre vós que tema ao Senhor? Ouça ele a voz do seu servo. Aquele que anda em trevas, e não tem luz, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus” (Isaías 50:10).

Deus honrou Ana, e deu-lhe, além de Samuel, três filhos e duas filhas, porque em aparente desonra, ela não se esqueceu de Deus, mas a sua petição atesta a sua fé na capacidade daquilo que Ele é capaz de fazer. Ela adorou-o, dizendo:”O meu coração exulta no Senhor; o meu poder está exaltado no Senhor; a minha boca dilata-se contra os meus inimigos, porquanto me regozijo na tua salvação. Ninguém há santo como o Senhor; não há outro fora de ti; não há rocha como a nosso Deus”.

Ao lembrar-se de Ana, Deus lhe dá uma tremenda resposta e ela alcança uma benção do tamanho da sua ousada fé, capaz de sair dos limites humanos e entrar na dimensão do poder sobrenatural de Deus. O Deus a quem Ana serviu é o mesmo a quem nós servimos, Ele não está dormindo ou cochilando, mas está vivo e reinando com toda autoridade e poder, ou seja, Deus tem como fazer que a sua autoridade se cumpra. A Ele, toda a honra, e glória, e louvor e adoração em tempos de aflição.                                                                                                                                                                                                   Deus quer que o honremos, conforme as orientações da Bíblia, para que Ele possa nos honrar. Ele mesmo diz: “Aos que me honram honrarei, porém os que me desprezam serão envilecidos (desprezados/desonrados)” (I Samuel 2:30b). Aprendamos com Ana e cresçamos na comunhão e vivência com o nosso Pai. Amém!

 

Sola Gratia! Soli Deo Gloria!



Escrito por Pr. Gilberto Mynssen Ferreira às 00h17
[] [envie esta mensagem] [ ]



Em Tempo De Aflição (3).

Há um hino, muito apropriado, cantado por Cassiane, Com Muito Louvor, que diz:

 

                                      Deus não rejeita oração,

                                      Oração é alimento.

          Nunca vi um justo sem resposta

                                      Ou ficar no sofrimento.

                                      Basta somente esperar

                                      O que Deus irá fazer.

        Quando Ele estende suas mãos

                                      É a hora de vencer.

 

            Então louve, simplesmente louve;

                  Ta chorando louve, precisando louve;

                     Ta  sofrendo louve; não importa, louve;

                                       Seu louvor invade o céu.

 

                              Deus vai na (sic) frente, abrindo o caminho,

                                      Quebrando as correntes,

                                      Tirando os espinhos.

                 Ordena aos anjos pra contigo lutar;

                                Ele abre as portas pra ninguém mais fechar.

                Ele trabalha pra quem nele confia,

                 Caminha contigo de noite ou de dia,

                  Erga suas mãos, sua benção chegou,

                 Comece a cantar com muito louvor.

                     Com muito louvor, com muito louvor,

                                      Com muito louvor.

 

                                      A gente precisa entender

                                      O que Deus está falando;

  Quando Ele fica em silêncio

  É porque está trabalhando.

                                      Basta somente esperar

                                      O que Deus irá fazer,

\      quando \ele estende \suas mãos

                                      É a hora de vencer.

 

Temos clamado a Deus e visto a Sua ação soberana          a nos socorrer, fortalecer e abençoar? Como temos agido?



Escrito por Pr. Gilberto Mynssen Ferreira às 00h16
[] [envie esta mensagem] [ ]



Em Tempo De Aflição (2).

A exemplo de Ana, precisamos  reconhecer, primeiramente, os nossos problemas antes de sermos ajudados por Deus. Ana não encobriu a sua realidade, usando a máscara da piedade, na tentativa de aparentar uma força interior que não possuía ou de passar a imagem de uma supercrente que não se abala ante as dificuldades da vida.

Ana orou a Deus e nós também precisamos orar, porque, como ela, somos fracos, somos barro e somos pó; e na maioria das vezes há um vazio dentro do coração, uma amargura, um sofrimento, uma dor, uma tristeza crônica consumindo a alma.

Muitos de nós escondemo-nos em uma aparência de alegria, de paz e felicidade; mas na realidade nos sentimos sozinhos, e temos o coração vazio, e a alma desanimada e sem perspectivas, ante as aflições da vida. Em João 16:33, está relatado que Jesus afirmou que só temos paz Nele; e no mundo teríamos aflições, mas deveríamos ter coragem; porque Ele venceu o mundo.

 

Em primeiro lugar, aprendamos que, em tempos de aflição, temos acesso a Deus, nosso Pai. “Então Ana se levantou, depois que comeram e beberam em Siló; e Eli, sacerdote, estava sentado, numa cadeira, junto a um pilar do templo do Senhor”.

“Ela, pois, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou muito...”.

 

Ana, em face a sua aflição, não recorre à alegria dos homens, não racionaliza o seu problema, o seu sofrimento; não procura conter a sua tristeza; não camufla a sua dor, apesar de ser dia de festa; ela estava em Siló para a adoração anual ao Senhor. No âmbito da festividade, com amargura na alma, ora a Deus e diante Dele chora copiosamente. A sua necessidade levou-a até a presença de Deus, em uma busca íntima pela Sua graça e misericórdia. Ela estava na festa, mas a festa não estava nela.

Muitas vezes, esquecemo-nos desta graça e misericórdia que só o nosso Pai tem e, em vez de irmos a Ele, procuramos pessoas que julgamos, pela aparência, que sejam espirituais. Vem o fracasso, sofremos. A solução que precisamos, inclusive para não nos decepcionarmos, é falarmos com Deus, certos de que Ele ouve, Ele consola e Ele abençoa conforme o seu propósito soberano. Ana apenas fala-lhe da sua situação, da sua tristeza interior, que corrói como um câncer: diz-lhe que por não ter um filho, era desprezada socialmente e alvo de gozações e comentários maldosos, conforme a cultura social de então.

Ana foge dos padrões, das tradições, que diziam ser importante, naquele momento, demonstrar alegria por se estar em Siló, e derrama-se diante de Deus, seu Pai, e busca Nele a ajuda que precisava.

E nós, como temos agido em situações difíceis, onde a realidade vivida está longe de ser uma ilha de felicidade, paz, alegria e tranqüilidade? Deus nos desafia a buscá-lo em tempo de aflição.

 

Em segundo lugar, aprendamos que em tempos de aflição podemos nos comprometer com Deus para sermos abençoados –“ e fez um voto, dizendo:  Senhor dos Exércitos! se deveras atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida, e pela sua cabeça não passará navalha”

 

Ana, consciente de que não havia recursos na medicina da época para a sua esterilidade; cansada de ser objeto de escárnio, por ter de viver sem filhos; não se nega a crer no poder de Deus, crença que provem de um relacionamento sincero, ardente e cheio de fé, construído a cada dia entre ela e Deus, entre Deus e ela.

Ana era estéril em seu ventre, mas fértil em sua fé no poder de Deus; então, em esperança, creu “contra a esperança” de ser mãe, porque creu no poder do Seu Deus, e diante disto ousa pedir o que para a medicina era impossível; o que para muitas pessoas era apenas o desespero de uma mulher deprimida, em crise profunda: pedi um filho e entrega a Deus a sua infertilidade; e compromete-se, consciente e convictamente, a dedicá-lo à Obra de Deus.

Ao ajoelhar-se era uma mulher atribulada; ao levantar-se era uma mulher renovada, restaurada, vitoriosa e abençoada por Deus, mesmo sem ter ouvido Dele que seria mãe. O seu semblante já não era triste, ela estava dominada pela paz de Deus que excede a toda compreensão; e cheia de alegria sua alma engrandece ao Senhor, independente de continuar ou não estéril.



Escrito por Pr. Gilberto Mynssen Ferreira às 00h14
[] [envie esta mensagem] [ ]



Em Tempo De Aflição (1).

                                               EM TEMPO DE AFLIÇÃO

                                        I Samuel 1:9-20.

 

 

“Então Ana se levantou depois que comeram e beberam em Siló; e Eli, sacerdote, estava sentado, numa cadeira, junto a um pilar do templo do Senhor”.

Ela, pois, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou muito,

E fez um voto, dizendo: O! Senhor dos exércitos! Se deveras atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida, e pela sua cabeça não passará navalha.

Continuando ela a orar perante o Senhor, Eli observou a sua boca;

Porquanto Ana falava no seu coração; só se moviam os seus lábios, e não se ouvia a sua voz; pelo que Eli a teve por embriagada,

E lhe disse: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho.

Mas Ana respondeu: Não, Senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; não bebi vinho nem bebida forte, porém derramei a minha alma perante o Senhor.

Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque da multidão dos meus cuidados e do meu desgosto tenho falado até agora.

Então lhe respondeu Eli: Vai-te em paz; e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste.

Ao que disse ela: Ache a tua serva graça aos teus olhos. Assim a mulher se foi o seu caminho, e comeu, e já não era triste o seu semblante.

Depois, levantando-se de madrugada, adoraram perante o Senhor e, voltando, foram a sua casa em Ramá. Elcana conheceu a Ana, sua mulher, e o Senhor se lembrou dela.

De modo que Ana concebeu e, no tempo devido, teve um filho, ao qual chamou Samuel; porque, dizia ela, o tenho pedido ao Senhor.

 

 

 

 

Este texto aponta-nos para o exemplo que uma mulher, Ana, no Antigo Testamento, deixou-nos para praticarmos quando estivermos em tempo de aflição: falar com Deus, exclusivamente com Deus, acerca do sofrimento enraizado de dor que abate a nossa alma e entristece o nosso coração, matando os nossos sonhos. Não há outra solução, outro caminho; só há solução real e definitiva se falar com Deus e, se necessário, chorarmos na Sua presença, apresentando-lhe dificuldades e desgostos. Recordemo-nos de Hebreus 4:16:”Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno”.

Não adianta optarmos por evasivas, por fugas, por protelações; “um abismo chama outro abismo...”, como afirmaram os filhos de Corá no Salmo 42. Não adianta criarmos máscaras, porque viver na luz é viver sem máscaras, - “E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e nele não há trevas nenhumas. Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos, e não praticamos a verdade; mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado”. (I João 1:5-7).



Escrito por Pr. Gilberto Mynssen Ferreira às 00h12
[] [envie esta mensagem] [ ]



O Caminho da Recuperação - Oito Princípios com base nas bem-aventuranças; Os Doze Passos e suas comparações com a Bíblia; a Oração da Seriedade.

Princípio 1

Reconheço que não sou Deus. Admito que sou impotente para controlar minha tendência de fazer as coisas erradas e que a minha vida está fora de controle.

"Felizes os que sabem que são espiritualmente pobres"

Princípio 2

Eu acredito de todo coração que Deus existe que Ele se importa comigo e que tem o poder de me ajudar em minha recuperação.

"Felizes os que choram, pois Deus os consolará"

Princípio 3

Conscientemente escolho confiar toda minha vida e minha vontade aos cuidados e controle de Deus.

“Felizes os humildes”

Princípio 4

Unilateral e abertamente analiso e confesso todas as minhas falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém da minha confiança.

"Felizes os que têm o coração puro"

Princípio 5

Peço humildemente, que Deus remova meus defeitos de caráter e, voluntariamente, me submeto a cada mudança que Ele queira fazer em minha vida.

"Felizes os que têm fome e sede de fazer a vontade de Deus"

Princípio 6

Examino todos os meus relacionamentos, oferecendo perdão àqueles que me fizeram mal e reparando os danos que causei a outra pessoas, exceto quando fazê-lo provocaria mais danos a essas pessoas ou a terceiros.

"Felizes os que têm misericórdia dos outros, felizes os que trabalham pela paz entre as pessoas"

Princípio 7

Reservo diariamente, um tempo com Deus para auto-avaliação, leitura da bíblia e oração, a fim de conhecer a Deus e a sua vontade para minha vida e obter a força para segui-la.

Princípio 8

Anuncio, pelo meu exemplo como pelas minhas palavras, estas Boas-Novas a outros, conforme agradar a Deus me usar.

"Felizes os que sofrem perseguição por fazerem a vontade de Deus"

Passo 1 - "Admitimos ser impotentes diante de nossos vícios e comportamentos compulsivos e que nossas vidas se tornaram ingovernáveis"

"Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo". Rm 7.18 NVI

Passo 2 - "Viemos a acreditar que um poder superior a nós poderia restituir nossa sanidade"

"Pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele". Fl 2.13 NVI

Passo 3 - "Decidimos entregar nossa vida e nossa vontade aos cuidados de Deus"

"Portanto, meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se ofereçam completamente a Deus como sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a Ele. Esta é a verdadeira adoração que vocês devem oferecer" .
Rm 1 2.1 BLH

Passo 4 – “Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos”

Examinemos seriamente o que temos feito e voltemos para o Senhor. Lm 3.40 BLH

Passo 5 - "Admitimos para Deus, para nós e para outro ser humano a natureza exata dos nossos erros"

"Confessem suas faltas uns aos outros e orem uns pelos outros, a fim de que vocês possam ser curados". Tg 5. 16 BV

Passo 6 - "Dispusemo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos os nossos defeitos de caráter"

"Humilhem-se diante do Senhor, e ele os porá numa posição de honra".
Tg 4. 10 BV

Passo 7 - “Humildemente pedimos a Deus que removesse todos os nossos defeitos de caráter”

"Mas, se confessarmos os nossos pecados a Deus, Ele cumprirá a sua promessa e fará o que é correto: Ele perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda maldade" - 1Jo 1.9 LH

Passo 8 - "Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem prejudicamos e dispusemo-nos a fazer reparações a todas elas"

"Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles"
Lc 6.31 NVI

Passo 9 - "Fizemos reparações diretas a tais pessoas sempre que possível, exceto quando fazê-lo implicasse prejudicá-las a todas elas"

"Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta." Mateus 5.23 e 24 NVI

Passo 10 – “Continuamos a fazer o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente”.

"Portanto tenha cuidado. Se você está pensando: Eu nunca faria uma coisa dessas, que isso lhe sirva de advertência. Porque você também pode cair em pecado."1Coríntios 10.12 BV

Passo 11 –  Procuramos, através da oração e da meditação, melhorar o nosso contato consciente com Deus, pedindo apenas para conhecer a Sua vontade para nossas vidas e força para realizá-la”.

"Portanto tenha cuidado. Se você está pensando: Eu nunca faria uma coisa dessas, que isso lhe sirva de advertência. Porque você também pode cair em pecado”
1Co 10.12 BV
 

Passo 12 – “Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a estes passos, procuramos transmitir esta mensagem a outros e praticar estes princípios em todas as nossas atividades”

"Queridos irmãos, se um cristão foi vencido por algum pecado, vocês que são de Deus devem ajudá-lo, com mansidão e humildade, a voltar ao caminho certo, lembrando-se que da próxima vez poderá ser um de vocês a cair no erro." Gálatas 6.1 BV

Conceda-me Senhor a Serenidade
Para aceitar as coisas que não posso mudar
Coragem para mudar as coisas que posso;
E Sabedoria para saber a diferença
Viver um dia de cada vez;
Aproveitar um momento de cada vez;
Aceitar as dificuldades como o caminho para a paz;
Tomar, como Ele o fez, este mundo pecaminoso
Como ele é, não como gostaria que fosse;
Confiando que Ele tornará todas as coisas corretas
Se eu me submeter à Sua vontade;
Que eu possa ser razoavelmente feliz nesta vida
E supremamente feliz com Ele
Para sempre na próxima

A Primeira Igreja Batista em São José dos Campos desenvolve o Ministério Celebrando a Recuperação: “Codependência é uma síndrome emocional em que uma pessoa está sempre em busca, muitas vezes de forma perversa e autodestrutiva, de preencher o terrível vazio emocional de sua vida. A pessoa codependente sofre com uma baixa-estima, incapaz de impor limites, deseja desesperadamente se livrar do vazio que existe dentro de si e para isso busca realização em outra pessoa. Você se identifica com isso? Busque ajuda”.

cr@pibsjcampos.org.br  ou pelo fone: (0x12)4009-4300

Site da igreja: www.pibsjcampos.org.br



Escrito por Pr. Gilberto Mynssen Ferreira às 16h38
[] [envie esta mensagem] [ ]



Hoje É Tempo De Ser Feliz.

                                                      HOJE É TEMPO DE SER FELIZ (*)

 

A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso que a idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver. Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existência as mais diversas formas de sementes.

Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós, será plantação que poderá ser vista de longe... 

Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!" 

Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas pelas quais você procura; os amigos que você cultiva; as leituras que você faz; os valores que você abraça; os amores que você ama; tudo serão determinantes para a colheita futura.

Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra, que somos nós, frutos que sejam agradáveis aos olhos! Infelicidade, talvez seja o contrário.

O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje; sementes de hoje, frutos de amanhã! 

Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não o amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas. 

Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores...

Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você; afinal, você merece muito mais que qualquer coisa.

Cuidado com os amores passageiros... Eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam... Cuidado com os invasores do seu corpo... Eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem... 

Cuidado com os olhares de quem não sabe amá-lo... Eles costumam fazê-lo esquecer que você vale à pena...

Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... Elas costumam estragar o nosso referencial da verdade... Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... E costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.

Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem que Deus resolveu expressar, mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo. 

Não desanime, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz. Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito que fazer, ainda há muito que plantar e o que amar nesta vida.

Em vez de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito... 

A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta que "os sonhos não envelhecem...".

em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.

Deus resolveu reformar o mundo e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.

Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu para duvidar... (?).

(PE. Fábio de Melo)

 (*) Recebi via internet e, pela contemporaneidade e objetividade da mensagem, publico para sua edificação.

Sola Gratia! Soli Deo Gloria!



Escrito por Pr. Gilberto Mynssen Ferreira às 00h54
[] [envie esta mensagem] [ ]